- Demoustier Portugal

Ir para o conteúdo

Menu principal:

d2w
Oxobiodegradable
      Symphony Environmental - líder mundial em tecnologia de plásticos ambientalmente responsáveis
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Folheto d2w
Reciclagem do plástico com d2w

Para uma explicação completa, visitar o sitio web da Oxo-biodegradable Plastics Association.

Obviamente, se um plástico vai ser reciclado, terá de ser recolhido e reciclado antes de se tornar quebradiço. Actualmente, os produtos oxo-biodegradáveis têm uma vida útil de pelo menos 18 meses e se não tiverem sido recolhidos e reciclados durante esse período, é provável que nunca o venham a ser.

a. Novos produtos oxo-biodegradáveis feitos com materiais reciclados

Se um novo produto for feito com polímero reciclado que contenha ou possa conter uma formulação pró-degradante e, caso se pretenda que esse produto seja degradável, o processo é obviamente linear, dado que até se deseje que haja um efeito pró-degradante. Isto aplica-se sobretudo à reciclagem de aparas oxo-biodegradáveis em fábricas de plástico, ou quando os plásticos oxo-biodegradáveis provenientes dos fornecedores (ex. películas retrácteis, películas para embalar paletes, embalagens de pão, etc.) são devolvidos para serem reciclados e darem origem a mais produtos oxo-biodegradáveis.

b. Produtos de curta duração

Se o novo produto for feito com materiais reciclados que contenham ou possam conter uma formulação pró-degradante, e caso se destine a artigos de curta duração, tais como sacos de lixo, sacos de compras, embalagens de pão, etc., não é provável que o efeito de qualquer formulação pró-degradante se manifeste durante a vida útil pretendida. Em todo o caso, é sempre desejável que tais artigos se biodegradem. É desejável, porque parte desses produtos acabarão sempre por ir parar ao meio ambiente - marinho ou terrestre – onde, de outra forma, permaneceriam durante décadas após terem sido descartados.

c. Produtos de longa duração

Uma vez que os polímeros perdem estabilizantes sempre que são reprocessados, é prática comum adicionar-lhes novos estabilizantes de todas as vezes, quer a matéria-prima contenha plástico oxo-biodegradável ou não. Se forem adequadamente formulados, os estabilizantes também neutralizarão qualquer pró-oxidante que ainda possa estar activo.

c (1) Películas para Construção Civil

Se o produto a ser criado for uma película plástica com uma longa durabilidade, tais como películas para construção civil de impermeabilização ou hidrófugas, as especificações para algumas delas, em alguns países, requerem o uso de um composto de poliolefina virgem e, desse modo, o produto reciclado não é relevante. No caso de todas as outras películas para construção civil, as especificações requerem, por norma, o uso de estabilizantes sempre que necessário. É claro que não existirá uma fórmula pró-degradante em material reciclado de origem doméstica ou de outra matéria-prima de origem desconhecida.
No caso das películas para construção civil de qualidade inferior, que não oferecem quaisquer garantias, estas são frequentemente produzidas a partir de material reciclado de origem desconhecida, e o fabricante deve adicionar estabilizantes, tal como no caso anterior, quer a matéria-prima contenha ou não uma fórmula pró-degradante.

c (2) Tubagens

(1) A norma ISO 8779 “Sistemas de tubagens em plástico — condutas em polietileno (PE) para irrigação” determina, na cláusula 4.2, que só se pode utilizar material reprocessável limpo, proveniente da produção do fabricante, se este for derivado da mesma resina utilizada na produção relevante. Como a origem do material será conhecida, não se aplicará com essa finalidade se puder conter alguma formula pró-degradante.

(2) A Norma Europeia EN 12201-1 determina, na cláusula 4.3, que artigos como as tubagens em PE de distribuição de água potável só podem ser produzidas a partir de material reciclado fruto de um processo de reaproveitamento. Os resíduos de materiais oxo-biodegradáveis também não são um problema, neste caso.

(3) A tubagem SABS[1] é fabricada mediante uma especificação que permite o uso de material reciclado apenas a partir de “resíduos de origem doméstica”. As tubagens de pequeno diâmetro interno de classe 6 e 10 são, por norma, em LDPE, sendo os tamanhos maiores em HDPE.

Os “resíduos de origem doméstica” são materiais gerados durante o fabrico de tubagens SABS que podem ser cortadas e acrescentadas.

Desse modo, não há qualquer dificuldade no fabrico dessas tubagens, uma vez que a origem do material reciclado é conhecida e não será usada para esse fim se contiver alguma fórmula pró-degradante.

(4) A tubagem “equivalente à SABS” é fabricada a partir de material 100% reciclado, mediante as especificações da SABS, mas não está assinalada. Por norma mistura-se 5 a 20% de LDPE a HDPE para adquirir flexibilidade. Para um produto de qualidade em que a garantia é exigida, usam-se resíduos industriais limpos, nos casos em que o historial do produto (fonte e qualidade do material) é conhecido. Desse modo, não conterá uma fórmula pró-degradante.

(5) As tubagens agrícolas e domésticas fabricam-se na África do Sul a partir de resíduos 100% LDPE. Normalmente, os mesmos resíduos são utilizados tal como no ponto (c) supra, devendo apenas ser aplicados em situações de baixa tecnologia, se a origem do material reciclado for desconhecida. Devem acrescentar-se sempre estabilizantes, se existir qualquer dúvida sobre a origem desse material, ou em caso de especificações industriais para essa categoria de tubagens, que possam incluir um requisito de adição de estabilizantes.

A “Situação de baixa tecnologia” refere-se a tubagens de pequeno diâmetro interno de classe 3 e 6 utilizadas para distribuição de água a gado, animais de caça, ou em sistemas de irrigação domésticos, essencialmente a baixas pressões.





d2w®
Uma solução inteligente
Uma marca que agrega valor à sua marca 
Rodapes
                                      Demoustier - Manutenção e Conservação, Lda.
                                      Av. Salgueiro Maia 1025 Arm 31A - Abóboda - 2785-501 São Domingos de Rana - Portugal
                                    +351 214 459 400  +351 214 459 409  info@ demoustier.pt
 
Voltar para o conteúdo | Voltar para o Menu principal